Mostrando postagens com marcador Estilo de Vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estilo de Vida. Mostrar todas as postagens

Por muitos anos, o dia 12 de Outubro foi a data mais esperada pela maioria de nós. Lembram? Podia levar brinquedos para a escola e ficar naquela competição de "o meu é mais bonito", "a minha boneca é maior", "mas a minha chora", "é, mas a minha é a Dentita". Também era o dia que nós não precisávamos ir de uniforme, nem com o cabelo preso. Não precisava levar mochila, tinha sorvete, pula-pula, algodão doce e a aula era o dia inteiro no playground. Dá uma depressão, né?


Se você acompanha o blog, sabe muito bem o quanto adoramos estar em contato com a natureza, energias e encontrar um de paz nessa cidade efervescente que é São Paulo. Até já falamos sobre técnicas de meditação ao Sol aqui no blog, se você ainda não leu, corre lá para ver.
Para atender as necessidades de encontrar um ambiente tranquilo e acolhedor para meditar, fiz essa lista com os locais mais indicados para cruzar as pernas, controlar a respiração e entrar em contato com o seu eu interior.
 Primeiro eles deixaram de ser um artigo esportivo e das academias para fazer parte do dia-a-dia de homens, e não demorou muito para que caísse nas graças das mulheres. Mas muita gente ainda associa este produto como um item exclusivo de academias, que mulheres podem sim ter tênis super legais, mas acabou a malhação o salto tem que voltar.

Mas essa não é a verdade, os tênis podem sim fazer parte do dia-a-dia das mulheres e montar loks lindos e descontraídos. Quem me conhece sabe o quanto estes sapatos são meu preferidos e eu os uso com tudo. 

Até aqui tudo bem, mas como torna-lo parte da sua rotina sem que pensem que você pegou o primeiro sapato do armário, ou que seu chefe fale um monte? Veja estas dicas:

Tênis + Calça Skinny (ou croped) 

Tênis + saia curta
Tênis + Saia Midi

Tênis + vestido

Tênis + shorts

P.s.: Eu sei que existem tênis de corrida lindos, que hoje em dia eles são bem trabalhados, a costura é mais suave e etc, mas eles continuam sendo grosseiros e o material não é ideal para ir com roupas casuais, já que foi elaborado para o seu conforto.

A estação mais linda do ano começa amanhã, mas até parece que é o Verão que está querendo dar as caras por aqui. Gente, que calor é esse? Adoro!

Começo de estação é aquela loucura, né? Liquidação da coleção antiga, lançamento das peças novas, uma histeria para saber o que vai virar moda, o que vai ser a peça chave da temporada, os queridinhos da estação, etc. Assim como as roupas, que entram em saem de moda , as tatuagens também viram tendência. Com certeza você reparou no surto de símbolos do infinito no pulso, terços no braço e aquela estrela enorme no ombro.

Para os mais cults o disco de vinil voltou com tudo, mas não é tão fácil, quanto parece ser adepto desta moda. Alguns músicos até estão fazendo versões de seus CDs neste segmento, mas o produto é caro, assim como a vitrola que o dá vida. Mas a esperança do mundo é que sempre haverá um artista para dar vida ao que estava morto. 

Sara Roizen, uma espécie de “arteterapirista”, utiliza tinta, estêncil, gel, canetas, lápis de cor e tudo mais o que encontrar em seu estúdio, para construir lindas mandalas nos velhões “bolachões”.
Segundo Sara, o seu trabalho é completamente intuitivo, ela não faz ideia do que irá fazer, até começar a criar. Este é um processo que ela chama de auto-exploração constante, que muitas vezes revela sentimentos que nem ela mesma tinha ideia que estava sentindo.

No site da artista você pode se apaixonar ainda mais pelo trabalho dela, e se inspirar, a pegar os discos velhos da sua casa e criar verdadeiras obras de arte:




Corta aqui, repica ali, batidinho atrás, com franjão, sem franjão, com volume, sem volume, long bob, chanel, pixie, joãozinho. Nunca existiu tanta variedade de nomes para o famoso “cabelo curtinho”. A verdade é que, com o passar do tempo, o corte foi se modernizando e aderindo novas características da época. Lembram quando o chanel de bico virou febre? E o pixie?

Acredito que não sou feminista, ou se sou não sei. Mas a questão é que sinto preguiça quando vejo textão de mimimi de algumas mulheres pedindo igualdade. Eu dou gargalhadas com piadas consideradas machistas. Eu acho que algumas mulheres deveriam sim se dar mais ao respeito. 

Talvez meu maior problema em relação ao machismo é ter a memória fraca, esquecer com facilidade e perdoar. Eu não deveria achar normal a forma com que os caras parecem estar mandando a encarada do UFC, no meio da balada, quando tentam se aproximar. Ou poderia me revoltar quando alguém mexe comigo na rua, mas na verdade levei tudo na esportiva e segui em frente. Mas será que é assim?

Sei que eu, como redatora disso aqui e futura jornalista, deveria mostrar os dois lados e soluções, mas dessa vez não. Compartilhar algo que me fez pensar é uma forma de manifestar, também. Por isso hoje, deixarei um texto – enorme – que li esta semana e está me fazendo questionar até agora uma coisa: qual o limite das coisas? 

Feministas, machistas, deboistas, gays, trans, lésbicas, perdidos, cristãos, muçulmanos, todos deveriam ler isso. Mais do que um desabafo, isso chega a ser uma parábola, que poderá ser aplicada não em opressões contra mulheres, mas em toda a nossa vida. 

Aproveitem a leitura (:
Na primeira série, um menino chamado John – um notório encrenqueiro -perseguia sistematicamente cada menina na nossa classe durante o recreio tenando beijá-las na boca. A maioria cedeu eventualmente. Era mais fácil ceder do que continuar correndo. Quando chegou a minha vez, eu me virei e olhei para ele, peguei os óculos do seu rosto de fuinha, e pisei em cima deles no asfalto duro. Ele correu para a sala do diretor e chorou.
Na quinta série, um garoto me pediu para ser a namorada por e-mail. Foi o primeiro e-mail que já recebi. Na verdade, ele me disse que queria enviar-me um e-mail, então eu fui para casa e fiz uma conta na AOL. Nós fomos para uma festa e ele me deu um bicho de pelúcia Garfield, e então ele me deu um cd do 3 Doors Down. Poucos dias depois, ele terminou comigo, e pediu Garfield e o CD de volta. Eu disse não.
Na sexta série, uma menina do meu ano fez um boquete em um aluno da oitava série na parte de trás do ônibus escolar durante uma brincadeira de Verdade ou Consequência.
No verão depois da sexta série, eu beijei um menino pela primeira vez durante um acampamento. Ele era o meu amor de verão. Durante os anúncios no refeitório, no fim do acampamento, onde as crianças geralmente anunciavam pijamas e walkmen perdidos, uma menina mais velha se aproximou do microfone, jogou o cabelo para trás dos ombros, e orgulhosamente declarou: “Eu perdi algo muito precioso na noite passada. Minha virgindade. Se alguém encontra-la, por favor me avise.” O salão de jantar explodiu em risos e aplausos. Ela foi impedida de voltar para o acampamento novamente, e não foi autorizada a se despedir de ninguém.
No verão após o primeiro ano do colegial, fui para outro acampamento com meus amigos. Uma delas, chamava Megan, e era amiga minha desde o jardim de infância. Uma noite, quando eu estava tomando banho, ela abriu a cortina do chuveiro e tirou uma foto minha em sua câmera descartável. Eu gritei. Ela riu. Nós duas rimos quando eu saí do chuveiro, poucos minutos depois. Depois que o acampamento acabou, o pai dela levou a câmera para a loja de conveniência para revelar o filme. Quando ele deu as fotografias para ela, disse: “Sua amigao [Anônima] cresceu.”
Segundo ano do colegial, uma das minhas melhores amigas, Hilary, fez uma festa no porão da sua casa, enquanto sua mãe estava fora. Convidamos alguns dos caras da nossa série e o irmão mais velho de alguém comprou pra gente uma garrafa de vodka. Um dos meninos que vieram sentava ao meu lado na aula de espanhol. Seu nome era Thomas. Lembro-me de jogar um jogo simples, onde passavamos a garrafa de vodka em um círculo e bebíamos. Eu lembro de estar felizinha e, de repente, estar muito bêbada. Thomas e eu começamos a cantar números em espanhol, e ele se inclinou e me beijou. Nós nos beijamos no meio da festa, com todos os nossos amigos gritando. Em seguida, fomos para o quarto de Hilary.
O quarto da Hilary era no porão, com uma grande janela ao lado de sua cama. Quando alguém saía para fumar um cigarro, eles percebiam que o lado de fora era um assento na primeira fila para o que estava acontecendo no quarto. Estava escuro lá fora, e a luz no no quarto estava acesa. Eles chamaram todos para fora para observar. Não me lembro de me despir, mas aparentemente estávamos ambos completamente nus na cama de Hilary. Um amigo meu me disse mais tarde que ela tentou abrir a porta e parar o que estava acontecendo, mas Thomas devia ter trancado. Eles disseram que bateram na porta. Eu não me lembro de ouvi-los batendo. Eu não lembro de ter visto os rostos de todos fora da janela. Lembro-me de Thomas segurando minha cabeça para baixo e empurrando seu pênis na minha boca. Lembro-me de tentar resistir, puxando para trás, mas ele segurou as mãos firmemente sobre a minha cabeça, empurrando o meu rosto para cima e para baixo. Isso é tudo que eu lembro.
No dia seguinte, meus amigos e eu saímos para jantar em um dos nossos restaurantes locais favoritos. Eu não podia comer nada, e não era porque eu estava de ressaca. Toda vez que eu tentava colocar comida na minha boca, eu sentia como se estivesse sufocando. Sempre que um flash da noite anterior aparecia na minha mente, eu sentia vontade de vomitar. Meus amigos sentaram-se comigo em silêncio. Em seguida, eles me disseram que uma garota chamada Lindsey, que namorou Thomas no primeiro colegial, tinha ficado do lado fora e assistiu tudo até o fim. Mesmo depois de todo mundo ter parado de assistir. Meus amigos disseram que não viram.
Na segunda-feira, Thomas e eu nos sentamos um ao lado do outro na aula de espanhol. Nós não falamos. Nós não fizemos contato visual. Eu fui para o banheiro das meninas e vomitei. Ouvi dizer que Lindsey e Thomas vivem juntos agora, dez anos depois.
No segundo ano do colegial, tive um professor de espanhol chamado Señor Gonzales. Señor Gonzales fazia todas as meninas sentarem na primeira fileira. Señor Gonzales chamava qualquer garota que estava usando uma saia para escrever no quadro-negro. Señor Gonzales perguntou a uma amiga minha, que tinha quebrado o dedo jogando bola depois de escola, se ela quebrou o dedo porque “ela gostava bem forte”.
No último ano do ensino médio, eu tive o meu primeiro namorado de verdade. Seu nome era Colin. Ele estava no time de lacrosse com Thomas. Ele me disse que no segundo ano, Thomas disse para todos na equipe o que tinha acontecido naquela noite na casa da Hilary. Todos aplaudiram. Colin disse que, mesmo naquela época, ele tinha uma queda por mim. E naquela época queria dar um soco no Thomas.
Colin e eu perdemos nossa virrgindade um com o outro. Colin disse que se eu engravidasse, ele me faria ter o bebê. Ele não acreditava em aborto. Colin disse que se eu engravidasse, ele me faria fazer uma cesariana. Colin disse que, se eu não fizesse uma cesariana, minha vagina ficaria muito larga para que ele continuasse a gostar de transar comigo. Colin disse que ele não iria deixar nosso filho amamentar. Ele disse que sua mãe lhe deu a fórmula, e que ele cresceu muito bem. Eu não engravidei.
Primeiro ano de faculdade, eu morei na Dinamarca por um semestre e estudei na Universidade de Copenhague. Copenhague é uma das cidades mais seguras do mundo. As armas são ilegais lá. O spray de pimenta é ilegal lá. Uma noite, meus amigos e eu fomos a um show em um clube lotado em uma parte da cidade que eu não conhecia muito bem. Eu trouxe uma pequena bolsa com dinheiro, a minha chave do apartamento, e meu celular. Por alguma razão que fazia sentido na hora, coloquei minha bolsa dentro da bolsa da minha amiga. Talvez eu não tivesse vontade de ficar segurando. Nós duas estávamos bebendo. Minha amiga deixou o show para ir para casa com o namorado. Um por um, todos que eu conhecia e estavam lá foram indo embora, até que de repente eu estava sozinha e eu percebi que eu não tinha a minha bolsa, ou qualquer dinheiro para um táxi.
Eu comecei a andar na direção que me parecia ser a certa. Eu andei por um longo tempo. Eu não tinha idéia de onde eu estava, e não reconhecia a área. Era quase 04:00. Eu estava em uma rua residencial quando um táxi parou ao meu lado. Perguntei ao motorista se ele poderia me levar a um cruzamento da rua do meu apartamento.
Eu não tenho dinheiro, eu disse.
Eu realmente preciso de sua ajuda, eu disse.
Vu fazer de graça, disse ele.
Sente-se na frente, disse ele.
Sentei-me na frente. Nós dirigimos em silêncio por algum tempo, até que ele parou ao lado de uma rua escura.
Eu não quero mais fazer de graça, disse ele.
Ele trancou as portas do carro e estendeu a mão sobre o console central e enfiou a mão a minha saia. Ele agarrou minha vagina. Com força. Eu empurrei a mão dele e abri a porta. Desci a rua e percebi que ele tinha me levado a um quarteirão de distância de onde eu queria. Eu caminhei para o meu apartamento e atirei pedras na janela da minha amiga até ela me deixar entrar. Ela gritou comigo por acordá-la. Eu escapei. Nada aconteceu. Eu estava bem.
No verão depois que me formei da faculdade, eu ajudei Hilary a encontrar um estágio. Ela estava se formando em Artes Plásticas e queria algo para seu currículo, além de garçonete. Encontramos um post no Craigslist para ser um assistente de estúdio para um pintor no Bronx. Estava listado como estágio não remunerado. O pedágio na ponte George Washington era doze dólares, além do combustível, mas ela queria o estágio de qualquer maneira. Ela queria a experiência.
O artista era um pintor canadense de 38 anos, e chamado Bradley. Hilary tinha 22. Tinha uma outra estagiária lá chamada Stella. Bradley sempre fazia Hilary ficar até mais tarde e dizia para Hilary que ela era linda. Mais bonita do que sua esposa, que ele só casou pela cidadania. Ele disse para Hilary que tinham um casamento sem amor. Ele disse para Hilary que queria ter seus belos filhos. Eles começaram um caso. Ele disse para Hilary que sua esposa sabia e não se importava. Ele disse para Hilary ele ia deixar sua esposa em breve.
Todos os dias Hilary dirigia para o Bronx, limpava os pincéis de Bradley, e tinha relações sexuais no chão do estúdio. Todos os dias ela ia para casa sem dinheiro, e todos os dias ela pagava o pedágio na ponte George Washington. Ela precisava do estágio para seu currículo, ela disse. Era tarde demais para encontrar um novo emprego, ela disse.
Eu poderia continuar. Eu poderia dizer muito mais. Sobre os assobios na calçada, as crianças que se sentavam na parte inferior das escadas na escola para olhar para cima e ver por debaixo das nossas saias, minha amiga que era uma prostituta na Carolina do Sul, os homens que me encurralaram em estacionamentos e bares me chamando uma provocadora, as apalpadas indesejadas no metrô, das muitas vezes que meu pai me chamou de gorda, o tempo que eu viajei para as Filipinas e descobri que vários os homens ocidentais pagam pré-adolescentes locais para passar a semana em seu hotel, as mensagens no OkCupid. Sobre como eu não tinha certeza se eu fui estuprada porque eu estava bêbada e beijei Thomas de volta. Como ele estuprou minha boca e não a minha vagina, de modo que isso não deve ser estupro. Como foi fácil para mim para escapar na rua escura, em Copenhague, e como isso fez a situação não ter a devida importância uma vez que “poderia ter sido pior.”
Os homens não têm idéia do que é preciso para ser uma mulher. Para sorrir e aguentar e perseverar. O constante estado de guerra, trilhar essa pista de obstáculos de testosterona e misoginia implacável, onde eles pensam que somos propriedades. Mas nós não somos. Somos pessoas, exatamente como eles. É igual, na verdade, ou pelo menos essa é a essência do que o feminismo ainda está tentando alcançar. O trabalho ainda não acabou. Temos feito grandes progressos. Há CEOs do sexo feminino, embora não muitos. Há mulheres que escrevem para o New York Times e vencedoras prêmios Pulitzer, embora não muitas. Há políticos do sexo feminino, embora não muitos. Mas esses avanços estão apenas no papel. O trabalho não estará terminado até que a igualdade permeie o ar que respiramos, as ruas andamos e as casas em que vivemos.
Volto no tempo e penso como foi fácil para mim, na primeira série sentir-me destemida e forte na minha convicção de pisar nos óculos do John. Eu me senti bem em reagir como eu fiz, porque o comportamento de João era errado. Mas o seu foi um aprendizado elementar, sobre as imensas fronteiras que seu gênero o proporcionaria. Para mim, nunca mais ia ser fácil daquele jeito.
– Anônima, 25 anos




Meu aniversário está chegando, faltam pouco mais de 15 dias, e eu já estou fazendo aquela famosa listinha que, anualmente, envio para os meus amigos e parentes. Tudo sem querer querendo, é óbvio. No ano passado, tive a sorte de ganhar alguns itens da lista - menos a .40 e o lança foguete, mas tenho fé que um dia vai. Se você, assim como eu, tem uma data especial para ser comemorada nesse mês lindo que é setembro, seja aniversário de namoro, casamento, amizade, aproveite e compartilhe essa wishlist, sem querer, na linha do tempo dos amigos.

Muito se questiona sobre a veracidade da terapia floral e o seu funcionamento. Durante muito tempo ela foi repugnada e há pouco começou a ser realmente analisada e foi validada cientificamente. Para quem não conhece, a terapia ocorre com essências florais, que são medicamentos, naturais e 100% seguros, alternativos aos métodos tradicionais.

Este tratamento apossasse de composto energéticos chamados essências florais, que, sim, são retirados de flores. Os florais tem o objetivo de equilibrar as emoções, e nos apóia a emitir controle sobre elas e, consequentemente, sobre a nossa mente.

Este tratamento atua sobre o espírito e o emocional, e não exatamente nas doenças. Dessa forma, ele busca nas essências um apoio no processo de transformação das emoções negativas em neutras, e depois em positivas. Para que a mente consiga trabalhar os problemas de forma mais limpa e sanar os desequilíbrios da alma, que dão origem às doenças. 

A terapia, por ser natural, não tem contra indicações, podendo ser utilizada por qualquer pessoa que se sinta sobrecarregado emocionalmente, ou que esteja com baixo astral, e necessite energias positivas.

Os florais pretendem oferecer os quatro “R” da cura, progressivamente, como o seu resultado. São eles:

1. Relaxamento: sensação imediata de satisfação;
2. Reconhecimento: o momento em que a essência passa a agir sobre a mente, e eleva o pensamento;
3. Resistência: (se está em um problema maior) você acreditará que aquilo não esta causando efeito algum e que não é nada funcional, mas continue!
4. Renovação: fé e positividade restauradas.

Para quem já está com a cabeça em 2016, os florais são uma ótima pedida para a virada do ano. Eles te ajudarão a começar uma nova fase com a energia completamente restabelecida.

Muitos acreditam que, ao pararem de fumar cigarros de tabaco e os substituírem por cigarros de ervas, estão fazendo um baita bem para a saúde, mas não é bem assim. Os cigarros de ervas que estão no mercado, mesmo os que são livres de tabaco, o que diminui seu potencial vicioso, porém contém alcatrão na sua produção, o que torna tão perigoso para a saúde.

Não adianta muita coisa não comer alimentos de origem animal, não usar cosméticos que fazem testes em animais e fechar os olhos para a nossa sociedade. Você sabe a origem das roupas que você usa, ou simplesmente compra aquela que achou bonita na vitrine?

Pensando nisso, a ONG Repórter Brasil, coordenada pelo jornalista Leonardo Sakamoto, desenvolveu o aplicativo Moda Livre que emite um sinal verde, amarelo ou vermelho para as marcas de roupa. 

O app selecionou as principais marcas brasileiras e investigou quais já haviam sido responsabilizadas por trabalho escravo, em seguida enviou questionários às marcasse consultou o Ministério do trabalho. De acordo com estas respostas foi concedido o sinal às marcas.

Ou seja, para uma empresa ter o sinal verde a empresa não pode ter sido flagrada com trabalho escravo, deve ter políticas de acompanhamento da cadeia produtiva, comunicar o consumidor sobre as suas políticas contra este tipo de trabalho e ter ciência das condições de trabalho oferecida pelas empresas terceirizadas a que são ligadas.

Veja as principais marcas marcadas com cada sinal pelo app:

Verde (totalmente responsável):
C&A;
Scene;
Malwee.

Amarelo (parcialmente responsável):
Emme;
Renner;
Marisa.

Vermelho (irresponsável):
Centauro;
775;
M. Officer.

 Moda Livre está disponível para Android e iOS.


Já falamos aqui no blog sobre a dificuldade que as pessoas encontram ao se assumirem diferentes do resto do mundo, e como essa atitude pode fazer um bem danado para a auto estima delas. Não se importando com os olhares tortos e piadas de mau gosto, essas pessoas passam por cima do preconceito alheio e nos ensinaram que a autoaceitação é uma das melhores coisas que podemos fazer por nós mesmos.

Parece que de uns tempos para cá o hino nacional virou “queria que o dia tivesse 72 horas”. Queremos assistir aquela série, mas não temos tempo. Precisamos ler aquele livro, mas nunca rola uma brecha. Durmo ou lavo o cabelo? A rotina agitada do século XXI, mata, sufoca e extermina tudo o que há de melhor em nós. Mas a realidade é que o problema não está em existirem muitas tarefas, mas sim na falta de aproveitamento do tempo. Quer ver? Vou fazer algumas perguntas e você deve refletir sobre o resultado. Aposto que o perigo mora muito mais perto do que imagina. 

Nas últimas três horas, quanto tempo produziu e quanto tempo foi de enrolação?
Muitas vezes colocamos a culpa em alguém para não toar um trabalho em frente, mas nos recusamos a abrir a gaveta e adiantar outro trabalho, durante a espera. Muitas vezes a falta de criatividade é suprida com o Facebook, e nunca se tem sono para responder os grupos no WhatApp. Então me diz, se você apenas produzisse durante todo o expediente, sem ócio, levaria o mesmo tempo para concluir as tarefas?

Você está na zona de conforto?
Não? Mas você ainda diz não ter tempo para ir para a academia, mesmo tendo a oportunidade de acordar uma hora mais cedo. Você ainda diz que não consegue comer bem, mesmo com a infinidade de restaurantes bons. Você ainda diz que não consegue ler um livro, porque prefere dormir no ônibus. E ai, estamos ou não?

Você se lamenta?
Ficar falando que o chefe cobra demais, que a faculdade está pesada, que não foi isso que sonhou, que o tempo está feio, que o assento da cadeira machuca sua bunda, que o fulano não trocou o papel, que a vaca postou outra foto. Nada disso adianta. Enquanto você gasta tempo reclamando, outras pessoas agem. 

Você tira tempos para você?
Isso não quer dizer ir ao bar no final da semana, nem passar o final de semana na casa do namorado e muito menos cozinhar para família toda. Tirar um tempo para você significa comer aquele brigadeiro no dia lixo da dieta, significa assistir a série tosca, ou dormir o dia todo, ir ao parque sozinha ou andar no shopping e namorar vitrines. Tirar um tempo para você significa poder, mesmo que por uma hora, não precisar pensar em nada, e aliviar as mentes para novas cobranças.

Mais do que valorizar o seu tempo, você precisa valorizar-se. A vida não funciona enquanto há sofrimento, a vida não funciona enquanto não a organizamos. É do caos que vem a salvação, mas o caos não pode ser eterno.

Já pensou em viver num país onde ocorrem mudanças bruscas na temperatura ao longo do dia, e ter que encarar isso com camadas e mais camadas de tecido cobrindo todas as partes do seu corpo?

Se você tem os ombros estreitos, pouco busto e um quadril largo, é uma pera. Se o sua parte superior é maior do que a inferior, você é uma maça. Se seu ombro e quadril são maiores do que sua cintura, fique feliz, pois foi promovida a objeto e você é a mulher ampulheta. Se não se encaixa em nenhuma destas três alternativas, sinta-se mal e tente esconder todos os seus defeitos, pois você é um círculo ou um retângulo.

Basicamente é assim que funciona, em revistas, sites e programas de beleza. Pessoas super entendidas vão te dizer o que você não pode, de jeito nenhum, nem penar em usar. Você precisa ter consciência de seu corpo e usar apenas o que esse tipo diz que está certo. Tudo bem, até que é legal isso, mas quem disse que funciona?

Eu, por exemplo, tenho busto pequeno e quadril um pouco mais largo, então sou pera. Mas meu ombro é largo, também, então sou ampulheta. Mas como sou magra e alta, olhando assim pareço mais um retângulo. E ai, que roupa eu compro?

Nós já deveríamos ter aprendido que não existe padrão. Que não tem como classificar. Mulheres bonitas são assim, mas as mulheres de verdade são assado. 

Não temos que ficar nos preocupando com o que espalham por ai. Há pouco tempo ficavam obrigando todas nós a sermos magras e agora o mundo começou a dizer que mulher magra, não é mulher de verdade, que o corpo ideal é cheio de curvas, coxas grossas e bunda empinada, e sabe o que está acontecendo? Ao invés de conseguirem fazer as mulheres assim aceitarem os seus corpos – lindos – do jeito que são, estão fazendo as magras tentarem chegar nisso. 

Mas não adianta, cada uma de nós nasceu e irá morrer de um jeito, podemos até tentar parecer um pouquinho, mas nunca entraremos nesse tal “padrão de beleza”.

E, para terminar, gostaria de perguntar, quando chegamos ao padrão, valeu a pena? Valeu a pena abdicar de tanta coisa que gosta, por esse corpo? Está valendo a pena usar um cinto de específicos centímetros porque ele que deixa o seu corpo desenhado da forma correta? Vale a pena abdicar de quem você é? 

Vale a pena?

Já ficou mais do que claro o quanto amamos o estilo de vida boho, a decoração boho e a moda boho, não ficou? Falamos sobre isso aqui, aqui e aqui. E, se reclamar, falaremos muito mais. Vocês gostaram tanto do post sobre decoração para quartos, que isso me incentivou a fazer mais posts seguindo esse mesmo tema: decoração. Sala, banheiro, closet, cozinha, quintal, varanda: tudinho!

A novela das sacolas plásticas todo mundo já conhece: proíbe, mercado reclama, consumidor reclama, volta, ativista reclama, engajados reclamam, proíbe, mercado reclama... A comodidade de poder levar cada produto em (mais) uma embalagem, é bem ilusório e o preço por isso será pago por nós mesmos, em um futuro não tão distante. E a melhor opção é sim abandoná-las. 

Mas por que elas são tão vilãs em nossa vida? Para começar, a sua matéria prima é o petróleo, uma substância não renovável, muito poluente, e com degradação de séculos. Ou seja, o seu tataraneto poderá encontrar resquícios do saquinho que você descartou hoje. Só no Brasil, cerca de 9,7% do lixo é oriundo de saquinhos plásticos. Além disso, para produzir uma tonelada de sacolas plásticas, são necessários 1.140 kw/hora, energia suficiente para abastecer 7.600 casas durante uma hora, com lâmpadas econômicas. Além do alto desperdício de água e a contaminação dos lençóis freáticos em sua decomposição. (Como curiosidade e para reflexão: segundo o Ministério do Meio Ambiente, são distribuídas, por hora, no Brasil, 1,5 milhões de sacolinhas plásticas). 

Como se não bastasse tudo isso, os nossos aliados das compras são, na verdade, os vilões dos mares. Peixes e, principalmente, tartarugas-marinhas confundem a embalagem com águas-vivas, um de seus alimentos. E, ao ingerir os saquinhos, morrem por obstrução do aparelho digestivo. (Se não acredita: sugiro uma visita ao Projeto Tamar, tem um aqui pertinho, em Ubatuba, que mostra diversos cadáveres dos animais).

Se não te convenci, proponho que escute mais essa: os sacos plásticos são a principal causa de obstrução de passagem de água em bueiros, na cidade de São Paulo. O que gera todo aquele caos “normal”, no começo do ano, onde chegar em um lugar é praticamente impossível, porque a cidade virou uma piscina. Se não está feliz, vou lembra-lo que ao ser incinerado o plástico libera toxinas altamente perigosas à saúde. Quem sofre problemas respiratórios, sofrerá em dobro. Quem não sofre, se prepare. 

Tá, falei muito, falei bonito, mas cadê a solução? Está aqui! Que tal se livrar de todo esse mal, dessa tonelada de resíduos, das enchentes e ainda sair com style pela rua? Convenhamos que aquelas sacolas são horrorosas e ninguém merece. Mas as sacolas retornáveis – ou ecobags, porque aglutinação em inglês é mais chique – estão cada vez mais “it”, tanto no âmbito ecológico, quanto no da moda. Você pode criar a sua própria sacola, com roupas velhas e um pouco de criatividade ou comprar em feiras pela cidade e até pela internet. Confira algumas dicas e comece a fazer um mundo melhor:


Extrapolou no final de semana, comeu mais do que devia, chegou a segunda-feira e você não cabe mais no uniforme. Quem nunca, né? Depois de dois dias recheados de comidas gordurosas e sobremesas com puro açúcar, que tal apostar naquele detox para não ter que encarar a semana inteira com pochetinha?

Você não se dá muito bem com o seu cabelo, resolve mudar e ataca nos alisamentos químicos. Fica um tempo nessa de progressiva e relaxamento até que um dia acorda e resolve voltar a realidade de seus fios, só que ai... Tarde demais. Seu cabelo já está acostumado com tudo aquilo e não há mais saídas. Certo?

Em partes. Até a parte em que você acorda: pode ser, mas nunca é tarde demais para ASSUMIR QUEM VOCÊ É. Realmente, assumir as madeixas e cuidar delas in natura é muito mais complexo do que gastar só um dia – e o salário todo – em tratamentos para alisar. Mas isso não deve ser o desespero – ou desculpa – para retornar à química. Você não precisa se sentir sozinha ou um óvni por isso. Muita gente passa pelo mesmo dilema. No Facebook há o grupo Cacheadas em Transição, onde as lindas usuárias trocam dicas, informações, inspirações e motivação para este momento tão complicado.

Na transição você pode fazer duas escolhas: o BC (Big Chop) ou esperar. Quem escolhe o BC corta o cabelo beeem curtinho, deixando apenas o que lhe é natural, apostando num crescimento 100% puro dos fios. Já quem escolhe esperar, bom não tem muito o que explicar, fica um tempo lidando com seu cabelo em duas realidades.

É importante ter muita certeza do que está fazendo antes de encarar a transição, não que você não possa voltar atrás no meio do caminho – a não ser que tenha optado pelo BC. Mas esse não é o foco, certo? Seja criativa com suas madeixas. Tanto se optou pelo BC, quanto se resolveu esperar; turbantes, faixas, babyliss e penteados são bem-vindos nesse momento, e ótimos para não deixar a autoestima cair. Tenha paciência, normalmente, após processos químicos, nossos cabelos demoram mais para crescer e mesmo quando atingem o comprimento que queremos não estão tão bonitos, mas com o tempo tudo se ajeita. Faça restaurações, hidratações e nutrições capilar nesse período (aprenda como aqui), é muito importante que ele esteja bem cuidado, isso ajudará a ter um resultado positivo no final.

Engana-se quem pensa que transição é apenas coisa de lisa para cacheada. Só nós sabemos o quanto é triste deixar o cabelo crescer depois de mudar a cor. A franja naquele tamanho que não fica bem solta, mas não da para prender direito... Calma, não precisa dar ouvidos aos outros, invista em você, acredite no que quer e VALORIZE A SUA BELEZA.